sexta-feira, 29 de abril de 2016

Recomendação da Semana #29: Black Tide

Por Renan Soares

                                      

Está começando mais um "Recomendação da Semana" nessa sexta-feira maravilhosa, e hoje, continuaremos no Heavy Metal, mas dessa vez iremos até os Estados Unidos, onde falarei de uma banda que por um lado me agrada muito, mas que por outro foi também uma grande decepção para mim. A banda em questão é o Black Tide.
A banda foi formada em 2004 e atualmente conta em sua formação com Gabriel Garcia (vocal e guitarra), Austin Diaz (guitarra), Ronny Gutierrez (baixo) e Cody Paige (bateria). O grupo foi formado quando o Gabriel (e boa parte dos integrantes) tinham apenas 11 anos, tendo assim impressionado muitos com o seu talento sendo ainda tão jovens, tanto que rapidamente assinaram com uma gravadora.
Na época, eles tocavam um som mais próximo do Heavy Metal tradicional com um toque de Speed Metal, sendo assim uma das bandas de metal mais jovens no mercado atual, e se tornando claro, uma das grande revelações do estilo.
Em 2008, a banda lança finalmente o seu primeiro disco, o "Light From Above", que é um puta álbum, músicas como "Shockwave" e "Shout" já instigavam bastante, ritmos como as de "Warriors of Time" e "Light From Above" são bastantes agradáveis, isso sem falar no cover da música "Hit The Lights" do Metallica que ficou tão bom quanto o original, a instrumentalidade e o vocal do Gabriel não deviam nada a nenhuma outra banda veterana, aliás, quem ouvia na época nem imaginava que os integrantes tinham apenas 15 anos, simplesmente porque eles faziam som de gente grande.
Lembro que fiquei bastante animado quando ouvi o disco pela primeira vez, via neles o futuro do metal mundial, o possível futuro substituto do Metallica, a nova lenda da geração atual do metal, enfim, tinha boas expectativas em relação ao Black Tide.
Expectativas essas que foram jogadas no lixo três anos depois.
Em 2011, o grupo lança seu 2º disco, o "Post Mortem". Claro, antes me animei com o anúncio, porque desde o "Light From Above" que esperava um trabalho novo deles, mas quando finalmente ouvi, sinceramente, me decepcionei MUITO.
No seu segundo álbum, a banda mudou o seu estilo POR COMPLETO, ou invés de tocarem aqueles Heavy/Speed Metal do primeiro disco, eles passaram a ser um grupo de Metalcore/Screamo (um estilo que não costumo engolir). Ou seja, jogaram fora um futuro promissor que tinham, com essa mudança brusca eles perderam a admiração de muitos fãs (incluindo eu), e normalmente os headbangers nessas horas não costumam perdoar.
Porque não há público mais exigente do que o do metal, e quando você os decepcionam, só um grande acerto os faram esquecer da sua cagada. Muitos os acusaram de se venderem, já que atualmente um estilo que vende bastante no mercado é o Metalcore, e se brincar foi exatamente por isso que eles mudaram.
Mas o problema disso é que dessa forma eles só conseguem atingir bem o público mais "teen" do metal, que é o que normalmente curte Metalcore, mas como esse estilo sofre bastante preconceito dos "old schools", a banda acaba perdendo o interesse desse outro público que é muito mais forte na cena atual.
Se o Black Tide tivesse mantido o som que tinham antes, eles teriam agradado gregos e troianos, já que o público "teen" do metal também curte as bandas mais "old school" (ou pelo menos maioria), tendo assim abrangido um número de fãs bem maior e mantendo o seu futuro promissor, podendo ser as novas lendas do metal mundial. Infelizmente eles optaram pelo outro caminho.
Enfim, minha dica é, se você for ouvir o Black Tide, ouça o primeiro CD e pare por aí, porque o "Post Mortem" acabou sendo o túmulo da banda.
Ouçam algumas músicas:

E caso queiram se decepcionar um pouquinho, eis aqui duas músicas da banda do "Post Mortem":

quarta-feira, 27 de abril de 2016

A HISTÓRIA POR TRÁS DA CANÇÃO: Rammstein - Mein Teil

Por Renan Soares

                                      

Olá pessoal, bem-vindos a mais um "A História Por Trás da Canção" que hoje estará em alemão, isso porque falaremos da música de uma banda que canta nessa língua. Claro, que estou falando da consagrada Rammstein, uma das poucas bandas que conseguiu fazer sucesso mundo afora cantando em sua língua nativa.
Quem é mais fãs, com certeza conhece a sua "excentricidade" e seu jeito um tanto peculiar, tanto em suas apresentações quanto em suas letras, que cantado em um bom alemão deixa tudo mais bizarro ainda. E essa música é mais uma prova disso, e vocês entenderão o porquê.
A canção em questão se trata de "Mein Teil", presente no álbum "Reise, Reise" lançado em 2004, e logo aviso aos leitores que a origem dessa música pode ser um tanto perturbadora para alguns de vocês, principalmente para aqueles com o estômago mais fraco, então recomendo que pense duas vezes antes de continuar a leitura.
Dado o recado, vamos começar:
A letra da música foi baseada na perturbadora história do canibal alemão Armin Weiwes, conhecido também como "O Açougueiro Mestre". O caso já começa de forma estranha a partir do momento que o Armin põe um anúncio na internet procurando uma pessoa que se ofereça para ser comida (sim, você não leu errado), e o mais bizarro de tudo é que realmente surge uma pessoa que se voluntariou para tal ato.
Com isso, os dois combinam de se encontrar para que assim, Weiwes o matasse e o comesse. Quando eles finalmente se encontram, as coisas começam a ficar cada vez mais bizarras a partir daí, começando pelo fato que antes de tudo os dois se relacionaram sexualmente, e após isso, eles combinam para Armin corte o pênis de Brandes (o nome do voluntário) e comesse a comê-lo, e assim ele o faz, tendo o próprio Brandes provado um pouco do próprio órgão sexual.
Após isso tudo, Weiwes finalmente mata Brandes, e depois ele pendura o corpo dele em um gancho e começa a fatia-lo. Ainda por cima, Armin gravou todo esse processo em vídeo (e nem me peça o link, não procurei e nem pretendo).
Weiwes guardou o corpo de Brandes em um freezer e ficou se alimentando dele por meses, e quando a carne acabou ele postou um novo anúncio na internet. Sendo que dessa vez um internauta o denunciou e Armin acabou preso e condenado a prisão perpétua.
Sua condenação causa um pouco de polêmica até hoje por causa do fato que tudo que ele fez a Brandes foi concebido pelo mesmo, afinal, ele próprio tinha se voluntariado.
E você aí achando que já tinha visto de tudo na vida.
Bom, depois disso tudo, ouça logo abaixo a música que o Rammstein inspirado nessa história de louco, e claro, legendado para que todos possam entender bem a sua letra.

sábado, 23 de abril de 2016

Tears in Heaven: A CANÇÃO MAIS TRISTE COMPOSTA POR ERIC CLAPTON

Considerado o melhor guitarrista do mundo, Eric Clapton, não chegou a conhecer seu pai. Certa vez em uma entrevista Clapton disse: " "Eu nunca conheci o meu pai, Mr. Clapton. Percebi que o mais próximo que cheguei a olhar nos olhos do meu pai foi quando eu olhei nos olhos do meu filho."
 Em 20 de março de 1991, o seu filho Connor de apenas 5 anos, caiu do 53 andar de um prédio em Manhattan. Para aumentar a dor do músico, ele recebeu poucas horas depois da morte do pequeno Connor uma carta de amor do garoto.


A canção "Tears In Heaven" composta por Eric em 1992, é uma pergunta dolorosa do compositor. "...Would you know my name if I saw you in Heaven?" (Você saberia meu nome Se eu o visse no paraíso?". Além de Connnor, Clapton teve 4 filhas( Ruth,Julie,Sophie e Ella).




(Connor nos braços do maior guitarrista do mundo, mas acima de tudo nos braços do seu pai)



TEARS IN HEAVEN 
(Eric Clapton) 







LETRA 

Tears In Heaven

Would you know my name
if I saw you in Heaven?
Would it be the same
if I saw you in Heaven?


I must be strong and carry on
'Cause I know
I don't belong
here in Heaven


Would you hold my hand
if I saw you in Heaven?
Would you help me stand
if I saw you in Heaven?
I'll find my way
through night and day
'Cause I know
I just can't stay
here in Heaven


Time can bring you down
time can bend your knees
Time can break your heart
have you begging please
begging please


Beyond the door
there's peace I'm sure
And I know
there'll be no more
tears in Heaven


Would you know my name if I saw you in Heaven?
Would it be the same if I saw you in Heaven?
I must be strong and carry on
'Cause I know I don't belong here in Heaven
Lágrimas no Paraíso

Você saberia meu nome
Se eu o visse no paraíso?
Seria o mesmo
Se eu o visse no paraíso?


Eu devo ser forte e seguir em frente
Porque eu sei
Que não pertenço
Aqui no paraíso


Você seguraria minha mão
Se eu o visse no paraíso?
Você me ajudaria a ficar em pé
Se eu o visse no paraíso?
Encontrarei meu caminho
Pela noite e pelo dia
Porque eu sei
Que não posso ficar
Aqui no paraíso


O tempo pode te derrubar
O tempo pode te fazer ajoelhar
O tempo pode quebrar seu coração
Você implora por favor
Implora por favor


Além da porta
Existe paz, tenho certeza
E eu sei
Que não haverá mais
Lágrimas no paraíso


Você saberia meu nome se eu o visse no paraíso?
Você seria o mesmo se eu o visse no paraíso?
Eu devo ser forte e seguir em frente
Porque eu sei que não pertenço aqui ao paraíso




     

sexta-feira, 22 de abril de 2016

Recomendação da Semana #28: Pandemmy

Por Renan Soares

                                     

Olá pessoal, sexta-feira chegou, e junto com ela veio também esse quadro maravilhoso chamado "Recomendação da Semana". E a edição de hoje será bastante pesada, por isso recomendo que aqueles que possuem ouvidos fracos que parem a leitura nesse momento e vão fazer alguma outra coisa, porque a banda de hoje é simplesmente "lapada na orelha". Hoje, mais uma vez, darei espaço para uma banda underground da cena pernambucana, sendo ela, o grupo de Thrash/Death Metal Pandemmy.
Contando um pouco da história da banda, o Pandemmy foi formado em 2009, e tem como ideia fazer uma junção de elementos tanto do Thrash Metal quanto do Death Metal. Suas letras não possuem uma temática única, mas as mais comuns são as que falam de questões políticas.
Sua discografia é curta, a banda possui apenas um álbum gravado, o "Reflections & Rebellions", lançado em 2013, e além do disco, eles também 1 demo e 2 EP's lançados, a Self-Destruction (2010), o Idiocracy (2011) e o Dialectic (2012).
Atualmente a banda é formada por Vinícius Amorim (vocal), Pedro Valença e Guilherme Silva (guitarras), Marcelo Santa Fé (baixo) e Arthur Santos (bateria). Mas, não falaremos muito da formação atual aqui porque a mesma ainda não gravou nada oficial, dos integrantes que gravaram o "Reflections & Rebellions" apenas o Pedro Valença ainda permanece.
O grupo gravou o disco com a formação que contava além com Pedro Valença, também com Diego Lacerda (guitarra), Rafael Gorga (vocal), Ricardo Lira (bateria) e Augusto Ferrer (baixo), após o CD ficar pronto, a banda passou por diversas mudanças de integrantes até chegar na formação atual, mas desde então não gravou mais nada novo.
Por isso, tudo que eu falar aqui será mais referente a formação que gravou o primeiro álbum.
Agora, finalmente falando do trabalho deles, irei focar mais no CD, porque a maioria das músicas que estavam nos EP's anteriores se encontram lá, mas claro, não deixarei de falar brevemente do resto. Mas enfim, o "Reflections & Rebellions" é um ótimo álbum, nele, o Pandemmy consegue expor todo o peso de sua música tanto na questão instrumental quanto vocal, Gorga faz um vocal gutural completamente impecável, conseguindo executar bem tanto tons mais estrondosos quanto mais rasgados (ele que também consegue fazer um bom vocal limpo, como podemos ver na outra banda dele, o Kriver, mas isso é assunto para outro post). Nos instrumentos, os outros integrantes fazem um ótimo trabalho, contendo também bons solos de guitarra nas músicas.
As faixas que mais destaco são "Commom Is Different Than Normal", "Idiocracy", "Mind-Effigies" e "Involution Of a Lost Society". Isso sem falar também de "Self Destruction" e "Without Opinion".
Os trabalhos anteriores seguem mais ou menos a mesma linha, não há muito o que adicionar, principalmente por conta do fato que boa parte das músicas dos EP's foram regravadas para o disco.
O único ponto negativo que tenho a citar da banda foi o seu clipe da música "Idiocracy", que acabou ficando um pouco "amador" porque eles fizeram uma montagem de imagens de arquivos com imagens da apresentação da banda no Abril Pro Rock de 2012 (se utilizando do áudio gravado em estúdio), mas por um lado é compreensível o porquê que eles fizeram isso, já que após o término do álbum a banda passou por uma mudança brusca de formação, isso incluindo o vocalista. Por isso, seria estranho gravar um clipe com a formação nova, mas de qualquer forma, acho que um vídeo sem mostrar a banda teria sido uma opção melhor.
No geral, o Pandemmy apesar de ser uma banda nova, não deve nada para nenhuma outra que está no mercado a mais tempo, tendo tanta competência em seu som como qualquer outra banda existente no cenário do metal nacional, por isso, espero que futuramente eles conquistem um grande reconhecimento na cena atual, podendo se igualar a outras bandas de maior porte.
Ah, e antes que eu esqueça, atualmente a banda se encontra em estúdio gravando material para o seu próximo álbum, eles inclusive já soltaram no seu canal uma gravação deles tocando uma música nova, o que mostra que vem por aí mais um disco foda.
Confira essa e outras músicas logo abaixo:

quinta-feira, 21 de abril de 2016

#TocaFitas - Homenagem Póstuma ao Mestre Prince

Por Bruno Mário




Ao Mestre, com carinho.




 Olá Mestres e Mestras, nesta tarde fomos surpreendidos com a triste notícia da morte do cantor Prince, um grande gênio do universo pop. E o #TocaFitas de hoje cederá espaço às memórias de “Purple Rain”, seu maior sucesso.

 A faixa foi lançada no álbum homônimo, em 1984, que recebeu 13 certificações platina; ele era tido por muitos como o cantor número 2 dos Estados Unidos na época, ficando atrás apenas de Michael Jackson, que o mesmo sempre admirou e tinha como ídolo na vida artística, chegando a fazer duetos com ele.

 Algumas faixas do disco foram gravadas ao vivo no ano anterior, em um show beneficente feito em Minneapolis. Outro fato importante a ser citado é que foi o primeiro CD a ser creditado junto à The Revolution ,cuja Prince fez parte. E, junto ao álbum, foi lançado o filme de mesmo nome, um mês depois, que retratava a vida de “Kid” (Prince), durante o início da carreira musical. 
 E , no balanço geral do ano de 1984, Prince não era apenas um grande cantor, pois passaria a ser, a partir de então, um superastro completo.

Agora, vamos ouvir novamente as pérolas desse álbum que jamais será esquecido : 


terça-feira, 19 de abril de 2016

TRETAS SONORAS: Artistas x Fãs com celulares

Por Renan Soares

                                     

Olá pessoal, depois de um tempinho parado, o quadro "Tretas Sonoras" está de volta, e dessa vez falarei não apenas de uma treta específica entre dois artistas (ou mais), e sim de um caso generalizado que ocorre bastante entre os músicos e alguns fãs, casos que vem se repetindo um tanto que constantemente.
Bom, como todos sabem, vivemos a era da tecnologia, onde a coisa mais comum do mundo é uma pessoas estar carregando seu smartphone para todos os locais consigo e registrando basicamente tudo da sua vida pessoal. Isso sem falar que hoje se há uma grande necessidade das pessoas estarem praticamente 24 horas por dia conectada em suas redes sociais.
E claro, essas atitudes normalmente causam divergência entre as pessoas no dia a dia por conta de questões de prioridades, você por exemplo deve se incomodar bastante quando estar conversando com uma pessoa e a mesma se encontra praticamente com os olhos grudados na tela do celular, eu particularmente me incomodo muito com isso. E certamente, com os músicos essa sensação não pe diferente.
Vez ou outra você pode encontrar notícias por aí de músicos que chamaram a atenção de fãs no meio da apresentação por causa do mesmo ficar praticamente o show todo fazendo alguma coisa no celular, ou então, entrevistas onde os mesmos reclamaram de alguns que cometem essa atitude.
E agora darei alguns exemplos para vocês.
Começando por um músico que aparece bastante na mídia criticando essa geração que se prende as novas tecnologias, cantor esse que inclusive citei no  Recomendação da Semana 26. Claro, que estou falando do vocalista do Slipknot e Stone Sour, o Corey Taylor. Ele que inclusive fez uma música pelo Stone Sour criticando isso.

Em relação a isso, Corey faz questão de ser o mais desagradável possível com essas pessoas, tanto que em diversas declarações, o músico disse que faz questão de esvaziar uma garrafa d'água em uma pessoa que fica o show inteiro grudada no celular, tendo ele próprio uma vez estragado o aparelho de uma fã por conta disso, e segundo ele, sempre que ver uma pessoa na rua olhando o celular o tempo todo enquanto anda, o cantor aponta e rir da cara do indivíduo.
                                          Corey Taylor Slipknot (Foto: Flavio Moraes / G1)

Taylor também critica aqueles que se preocupam mais em filmar o show do que em aproveita-lo. Crítica feita também pelo vocalista do Rolling Stone, Mick Jagger, que em entrevistas após as apresentações da banda no Brasil esse ano, ele disse que o público de São Paulo parece que assiste o show através de seus aparelhos.
"É a cidade dos celulares. É um mar de telefones" disse o músico na entrevista.
Outro inimigo declarado dos celulares durante os shows, é Bruce Dickinson, vocalista da banda Iron Maiden, ele que por si só já não utiliza as mídias sociais e ainda usa um celular antigo da nokia, que por duas vezes já foi registrado reclamando com um fã durante um show por conta do mesmo não sair do celular.
                                           
A primeira ocorreu em 2012 durante um show em Indianapolis, na turnê do Maiden England World Tour, onde durante o início da execução da música "Wasted Years" ele chamou a atenção de um fã, como vocês podem ver bem no vídeo abaixo:

O cantor diz: "Oh, pelo amor de Deus, você ai de camisa branca, você não parou de mandar almensagens nas últimas três músicas, seu idiota!"
A segunda vez ocorreu recentemente na turnê do novo álbum da banda, o The Book of Souls, em um show em Chicago, onde ele chama a atenção de um fãs enquanto discursava antes da execução da música "Book of Souls", veja no vídeo abaixo:

Bruce diz: "O que você está escrevendo nessa coisa? O que você escreve? É a sua amante aí ou a sua mulher? Você está tirando fotos do meu pau? Eu realmente achei que havia algo estranho em você... Que merda você ta fazendo? Por quê se dá o trabalho de vir pro show? Está tuitando o que? O que está fazendo? Eu não sei, mas hey, é um país livre, então... Muitos gostariam de estar nesse lugar, né? Sei lá."
Outro caso recente desse tipo ocorreu com o vocalista David Draiman, do Disturbed, onde em um show em Dallas, o músico discutiu com uma fã que estava digitando em seu celular. Veja o vídeo logo abaixo:

Como essa bronca em específica foi um pouco mais duradoura, colocarei esse link para você que não compreende inglês saiba o que foi dito no vídeo.
Depois, a fã revelou em sua rede social que na verdade, na hora ela estava falando com o seu filho de 14 anos que estava voltando para casa em meio a uma forte tempestade de granizo, ela tentou falar isso para o David durante a discussão, mas ele não ouviu porque ela não tinha um microfone na hora.
A fã também revelou que ficou bastante chateada com o vocalista após o ocorrido, e mesmo sendo fã da banda, disse que nem ela e nem seus amigos pagariam mais para vê-los em nenhum futuro show.
David, após descobrir a razão para a fã estar no celular naquele momento, pediu desculpas para ela publicamente, leia aqui parte do pedido de desculpas.
E por hoje é isso, sabe de algum caso parecido que deixei de mencionar? Fale nos comentários =)

sexta-feira, 15 de abril de 2016

Recomendação da Semana #27: Joey Ramone (solo) - ESPECIAL

Por Renan Soares

                                                  


Olá pessoal, bem-vindos a mais um "Recomendação da Semana", e a edição de hoje será especial. Porque há exatos 15 anos, o grande mestre Joey Ramone nos deixava por conta de um linfoma, e por conta disso, a postagem de hoje será uma forma de homenagear esse grande artistas que é até hoje um dos grandes ícones do movimento punk.
Mas claro, não falarei exatamente dos Ramones aqui, porque esses eu suponho que todos vocês conhecem muito bem, e sim, falarei da sua pequena carreira solo. Pequena porque se tratam de apenas dois álbuns sendo ambos, póstumos (ou seja, lançados após sua morte).
Sobre sua história nem há muito o que falar, imagino, o cantor é conhecido mundialmente por ter sido vocalista e líder da lendária banda Ramones, grupo que fez parte até 1996 quando decidiram encerrar suas atividades.
Pelo Ramones, Joey lançou ao todo 14 álbuns, mas como já disse anteriormente, ele tem lançado apenas dois álbuns solos, o primeiro deles foi o "Don't Worry About Me" de 2002, disco esse que ele planejou desde o fim dos Ramones, sendo o mesmo finalizado e lançado apenas um ano após sua morte, e sua segundo álbum foi lançado dez anos depois, o "Ya Know?" de 2012.
Agora vamos falar um pouco dos álbuns em si, começando pelo "Don't Worry About Me", que na minha opinião é um disco fantástico, principalmente por conta da sua faixa de abertura "What a Wonderful World" (versão da música de Louis Armstrong), onde Joey consegue muito bem deixar sua marca na música de uma forma extraordinária, dando um novo ar para ela (versão essa que você provavelmente já ouviu em um comercial da Coca-Cola).
Claro, essa não é a única música boa desse CD, outras faixas que ponho em destaque são "Spirit In My House". "Like a Drug I Never Did Before" e a faixa-título "Don't Worry About Me". Já o "Ya Know?" admito que não curti muito, não sei dizer exatamente porque, mas simplesmente foi um daqueles discos em que ouvi uma vez e depois não tive mais vontade de ouvir novamente, foi uma questão de "afinidade" mesmo possivelmente, não sei, mas o fato é esse. Talvez eu devesse ouvir mais algumas vezes para poder opinar melhor, poderia ser até que possivelmente mudasse de ideia, mas no geral, é isso.
Mas falando dos dois trabalhos como um todo, posso dizer que eles não se diferenciam em nada a linha musical que o Joey seguia nos Ramones, por isso, se você já curte a banda, com certeza também irá curtir bastante a sua carreira solo, principalmente o primeiro álbum, vale muito a pena.
Ouçam algumas músicas:

quarta-feira, 13 de abril de 2016

#TocaFitas, Episódio 17

Por Bruno Mário





  Olá Mestres e Mestras, o #TocaFitas finalmente está de volta e hoje vamos homenagear o dia internacional do beijo com 4 músicas em idiomas diferentes; são elas :
  
     1- Sonho por sonho – Leandro e Leonardo 


“Beijo por beijo / Sonho por sonho [...]”

  Um dos maiores sucessos da dupla, que até então era a terceira mais bem-sucedida dos anos 90’, lançada a versão original em 1991 e mais tarde, interpretada por José Augusto, em 2005, no álbum “Maxximum”.

          2-  I Kissed a Girl – Katy Perry 

     
       “I kissed a girl and i like it / The taste of her cherry chopstick / [...]”

  Uma grande pérola no início da carreira que impulsionou o nome da cantora no mercado Pop. Lançada junto ao álbum “One of the boys”, figurou em primeiríssimo lugar na Billboard Hot 100, por 7 vezes consecutivas. A canção se inspira em uma garota heterossexual experimentar um beijo homo pela primeira vez. A faixa gerou algumas polêmicas na época, mas nada preocupante para a estrela pop.

                 
          3- Tus Besos – Juan Luis Guerra


“Porque tus besos se han quedado em mi cara mujer / [...]”


  Um dos sucessos mais recentes do renomado compositor espanhol, que fala sobre uma paixão cega. Lançada no álbum Todo Tiene Su Hora (2014) , a faixa ganhou o prêmio Grammy Latino 2014/15 de melhor canção tropical.

          4- Prima dammi um bacio – Lucio Dalla


“In boca tu tenevi um fiore come me / [...]”

  Essa canção fala de uma reafirmação do amor entre um casal, incrementada com o tradicional romantismo da música italiana. Foi lançada no álbum Lucio (2003); no mesmo ano, foi lançado um filme homônimo, que retratava a paixão entre um casal jovem, pouco antes da segunda guerra mundial.