Dia 13 de julho é
marcado como a data de comemorar o som, as letras, a melodia contagiante e toda
a arte do Rock N' Roll.
Neste Dia Mundial do
Rock de 2016, decidimos fazer um levantamento das músicas mais importantes do
gênero, sobretudo aquelas que levam a palavra "rock" em seu nome, das
últimas décadas.
Confira o vídeo sobre as duas melhores canções de Rock dos
anos 50, 60 e 70:
Agora, confira as duas melhores músicas de Rock n' Roll das
décadas de 80, 90 e 2000:
Olá pessoal, sexta passada ficou em falta, mas hoje aproveitaria o dia mundial do rock para compensar o "Recomendação da Semana" que não tivemos por conta de uma viagem que fiz, mas nessa próxima sexta-feira seguiremos nossa "programação" normal =D.
E na edição de hoje, iremos invocar o espírito do Deus do rock e ir direto para o estado do Maranhão, onde encontraremos a banda de Hard Rock, Púrpura Ink.
Sobre eles não há muita coisa pra falar, o grupo foi formado em 2010 em São Luís do Maranhão, e seu som consiste em buscar o velho e bom rock n roll tradicional dos anos 70 e 80, portanto, se você curte bandas do tipo Survivor, Europe, Twisted Sister, e tantas outras da época, o Púrpura Ink é certamente para você.
A banda tem apenas um disco lançado, o Breakin' Chains de 2015, é formado por E.J (vocais), Márcio Glam e Chris Wiesen (guitarras), Seth Bass (baixo) e Derick (bateria).
Sobre o disco deles, também não há muita coisa pra se falar, suas melodias remetem bastante ao rock clássico que se consagrou principalmente nos anos 70, como podemos observar em faixas como "Flying Away", "Breakin' Chains" e "Higher Ground", tanto que posso dizer que se alguma "desavisado" for ouvi-los pela primeira vez não vai imaginar que eles são uma banda atual, e vai achar que são realmente daquela época clássica do rock n roll mundial.
Há quem diga que o fato deles se focarem muito em fazer um som que remete a época passadas um fator ruim, por conta que no caso eles estariam apenas reproduzindo aquilo que todo mundo já ouviu até demais e deixariam de lado a "inovação". Eu particularmente acho importante também as bandas tentarem inovar um pouco em seu som, mas, se caso eles preferem fazer um som dito como "manjado" e fizerem isso com boa qualidade, não vejo problema nenhum, que é o caso do Púrpura Ink.
O único ponto negativo que tenho pra falar deles é a faixa "Lifestyle", que foi a primeira que ouvi deles, e de início não me deixou uma boa impressão, porque achei que a voz do E.J acabou soando um pouco estranha por conta da forma que ele cantou essa faixa, mas isso é apenas uma opinião minha, de resto, não tenho do que reclamar =D.
Olá Mestres e Mestras, o #IssoBombou está de volta para alegria geral da nação; e desta vez vamos voltar a uma época não tão distante, o final dos anos 2000'.
Essa época ficou marcada por grandes mudanças nos mercados, principalmente no gênero Pop; mas aqui no Brasil, a música sertaneja também esteve em alta no período, com a consolidação de uma (Então) nova dupla : Victor & Léo. Mais precisamente em 2007/08 , uma das músicas mais responsáveis pelo sucesso da dupla: "Tem que ser você".
Eles fizeram a performance da faixa pela primeira vez em Uberlândia, em junho de 2007, show este que foi gravado em disco e lançado no mesmo ano, em meados do último trimestre. Mas o single em si, foi o nº1 da dupla. E decidiram relançá-lo também no álbum subsequente, o "Borboletas", no ano seguinte.
A partir dali, junto com os sucessos de 2008, essa música esteve entre as mais tocadas no Brasil naquele ano. E, com toda certeza, Victor & Léo não pretendem deixá-la de fora dos repertórios. Que vida boa !
“É uma garota de Porto Alegre”. Ponto. Nada mais (Programa
Matéria Prima,1991)
“Conheci
uma Ana que se chamava Ana, conheci outras que não se chamavam Ana. Elas
existem, pode crer”. (Programa Livre, 1992)
A
“Luiza” que dá título à canção.
Os
versos de amor é tradução para o sentimento da paternidade. Luiza é a filha
caçula de Tom com Ana Lontra Jobim. Os versos do pai ficaram eternizados e a
Luíza ganhou a imortalidade artística, através da dedicatória de Tom.
(Ana Luísa Jobim ao lado de sua mãe Ana Lontra Jobim)
A
“ Camila” do “Nenhum de Nós”
“
Ela não sabe que essa música foi feita para ela, se vocês prestarem atenção na
letra, essa música fala de um tema bastante complicado, ela fala da violência
contra a mulher. Com esse tema complicado
a gente achou que a música não iria estourar,mas um cara chamado Cazuza ouviu
essa música e gravou, já com as últimas forças que lhe restavam. A menina que
inspirou essa história, ela existe, a gente conhecia essa menina, sabia das
histórias, ficávamos indignados com isso, por que ela era uma pessoa que
estudava na mesma escola, super bonita, querida e que enfrentava isso
bravamente, que nos motivou a escrever a canção”. (Thedy Corrêa) (Programa
Altas Horas, 2011)
A “Marieta” da canção “Meu caro amigo”
“A Marieta manda um abraço para os seus”. A mulher em questão que Chico Buarque escreve no verso é a atriz Marieta Severo, com quem Chico foi casado por 33 anos.
(Chico Buarque e Marieta Severo ao lado das filhas e da neta)
Olá pessoal, está na hora de mais um "Recomendação da Semana" nessa primeira sexta-feira do mês de julho (espero que boa parte de vocês já estejam entrando de férias agora =D).
Bom, semana passada falamos da banda Hollywood Vampires, hoje, falaremos de uma outra banda que também tem o nome "Hollywood", mas que tem apenas isso em comum com o grupo anterior, porque os estilos são completamente diferentes. Esse grupo é os mascarados do Hollywood Undead.
A banda é um grupo que mistura um pouco o rap com pegadas do rock pesado, e foi formado em meados de 2005, quando eles publicaram uma música intitulada "The Kids" no site "MySpace" lhe rendendo boas críticas, decidindo então a partir daí seguir com a ideia da banda.
Toda a história da banda surgiu a partir do MySpace, não só por começaram lançando suas músicas por lá, mas também por conta das suas mascarás de hóquei, já que eles sempre publicavam fotos as utilizando na rede. No início, ele apenas apareciam as utilizando para manter aquele ar de mistério e sempre respondendo por apelidos (o que se mantêm até hoje), hoje, eles apenas tocam uma parte do show com mascarás, e no resto, mostram a cara.
A banda é formada por Charlie Scene, Da Kurlzz, Danny (posto antes assumido por Deuce), J-Dog, Johnny 3-Tears e Funny Man, no início, também fazia parte do grupo o Shady Jeff. Atualmente, eles tem quatro álbuns lançados, o Swan Songs (2008), o American Tragedy (2011), o Notes From The Underground (2013) e o Day Of The Dead (2015).
Avisando logo que desses, apenas não falarei do "Day Of The Dead" por não ter parado pra ouvir ainda.
Bom, no "Swan Songs" você ver bastante uma alternância da banda entre o rock e o rap, há faixas que puxam mais pro rock (Undead, Sell Your Soul, Young) e algumas que puxam mais pro rap (No 5, Everywhere I Go), e nesse disco, a banda ainda conta com a participação de Deuce, que deixou a banda alguns anos depois. E uma coisa que eu acho legal nesse CD, é a música que o abre (Undead) que é meio que uma apresentação da banda se você for analisar bem a letra, meio que comos eles ja chegassem botando pra f*der, além dessa, outras músicas que destaco são "Sell Your Soul" e "Young". Disco nota 7.
O "American Tragedy" já começa com uma grande diferença que é a troca do Deuce pelo Danny (que é o que sempre canta os vocais), mas o que para mim pelo menos não impactou tanto, acho que o Danny consegue exercer a função tão bem quando o Deuce e não deixa nada a desejar. Enquanto as músicas, a alternância entra músicas mais "rap" e mais "rock" diminui um pouco, mas você conta com mais faixas com uma pegada mais de rock pesado, como "Been To Hell", "Hear Me Now" e "Lights Out", mas a música que mais destaco é "My Town" por uma questão de afinidade mesmo. Outra faixa que chama atenção no disco é a "Bullet" por ser mais calma e um pouco mais acústica, isso sem falar na letra que é muito deprê.
No disco "Notes From Underground" a banda passa a tomar uma postura um pouco mais séria do que as anteriores, com algumas letras um pouco mais "cabeça" e menos "zoeira" (como em Lion e We Are), e essa para mim é o seu maior diferencial em relação aos dois primeiros discos. E a faixa que mais destaco é a "From the Ground".
Enfim, se você curte um rap misturado com rock (a exemplo de bandas como Linkin Park e Limp Bizkit) suas chances de curtir Hollywood Undead são grandes.
Olá Mestres e Mestras, hoje vamos relembrar uma letra e um cover bem-sucedido da mesma. E a faixa escolhida é "Como uma Onda", do Lulu Santos. O astro Pop já idealizava a composição desde os tempos de Vímanas e gravou a música pela primeira vez em 1983, junto ao álbum "O Ritmo do Momento", sendo este o segundo da carreira dele. E, como todos sabemos, ele nunca deixa de fora do seu repertório desde então. No entanto, Tim Maia regravou a mesma faixa algum tempo depois, e marcou o final dos anos 80'/ começo dos 90' . O resultado final são duas obras-primas com diferentes intérpretes, porém sobre qual a melhor das versões, deixamos isso a critério do público. Vida longa a ambos os artistas !
A seguir, clipe recente do Lulu Santos e logo abaixo, Tim Maia comentando sobre a letra em si, sobre Lulu e cantando a música no (Extinto) Programa Livre, do SBT.