segunda-feira, 2 de maio de 2016

ABRE ASPAS: Bernardo Vilhena sobre seu ex-parceiro de composição Lobão: "Não fez mais música comigo e não tocou mais no rádio"



Bernardo Vilhena, poeta e compositor.




" A canção "Vida bandida" é um sucesso do compositor e cantor Lobão.A música nasceu de um poema escrito por Bernardo Vilhena. A parceria dos dois renderam sucessos, como: "Vida louca vida". Mas Vilhena e Lobão deixaram de compor juntos há mais de 20 anos. 

Ultimamente no seu show: "Lobão sem filtro", o roqueiro dispara versos adaptados de "Dilma bandida", visivelmente irritado com o ocorrido Bernardo Vilhena é o nosso personagem do "ABRE ASPAS"  de hoje: 


Meu poema é anterior à música"(O poema foi musicado 12 anos depois por Lobão)   

"Não vou entrar na Justiça por causa disso. Acho que a Justiça já está com bastante trabalho"  

"Acho patética essa postura que ele está tomando. Ele está desesperado"

"Quando vi o vídeo do Lobão cantando 'Dilma Bandida', fiquei com vontade de tirar aquilo da minha frente. Infelizmente não dá para 'desver'. Conheci o Lobão com 16 anos. Ele era divertido e engraçado. Hoje é um paranoico que fala mal de todo mundo e só sabe reclamar"

"todo esse movimento que está ocorrendo no Brasil" e que não é nem petista nem tucano. "Sou uma pessoa em busca de equilíbrio. A ditadura acabou e a maneira como os governantes, sejam eles prefeitos, deputados, governadores, ministros, inclusive representantes da justiça, de juiz a policial, agem como se ditadura não tivesse acabado".

"Sempre evitei e jamais dei autorização para o uso de minhas canções em campanhas políticas. Cito o exemplo da música 'Revanche', escrita em 1986 em plena luta pelas diretas, quando neguei autorização ao PT para utilizá-la na campanha presidencial, a despeito de minha posição política. Esta mesma canção que, numa demonstração de sua ignorância, Lobão se nega a cantar em seus shows sob a alegação de ser datada. Passados 30 anos, ele ainda não entendeu a letra"



Vida bandida
(Bernardo Vilhena e Lobão)







Versão feita pelo Lobão "Dilma bandida"






domingo, 1 de maio de 2016

História Por Trás da Canção - Working Class Hero

Por: Lucas Rigaud



Neste dia primeiro de maio, em que é comemorado o Dia do Trabalhador, o Mestres Sonoros não podia deixar de contar a história de uma das canções mais intrigantes e inteligentes de John Lennon, "Working Class Hero". 

Entenda o sentido por trás do herói da classe trabalhadora idealizado e cantado por John Lennon e o porquê dessa música permanecer tão atual, mesmo após 46 anos desde o seu lançamento. 


"Working Class Hero" foi o primeiro trabalho de Lennon na sua primeira fase pós-Beatles. Lançada como single em 1970 e incluída no disco "John Lennon/Plastic Ono Band", lançado em novembro daquele mesmo ano, a música mostra principalmente a influência do movimento política de esquerda e de seus pensadores na ideologias de John. O músico vivia, no início dos anos 70, o seu período de maior radicalização política e, através de polêmicas entrevistas e de sua música, Lennon expressava seu ativismo de esquerda.


 Muito além de um comentário crítico a respeito de diferenças de classes, "Working Class Hero" é um aglomerado de reflexões em forma de música, a respeito de como a mão-de-obra é formatada desde a pré-escola até a linha de produção. O "herói da classe trabalhadora" da música em questão não indica um militante e sim um indivíduo que nasceu de classes mais pobres e ascendeu socialmente. A expressão de fato existe é usada por muitos famosos que vieram de família desafortunadas, que conseguiram o sucesso desejado por meio do trabalho duro e não de privilégios. A canção também serve para Lennon expressar seu menosprezo pela glória de ser um superastro, à medida que tal diretriz era o que o sistema permitia a um jovem da classe trabalhadora; assim, o músico via a si próprio como uma válvula de escape para o sistema imposto pela burguesia.  


Contendo apenas 3 acordes, com a voz melancólica (simbolizando desilusão) de Lennon acompanhada de um violão econômico, assemelhando-se bastante ao estilo folk de Bob Dylan, a canção fala primeiramente das regras impostas pela família e pela escola, que acabam botando indivíduo para baixo: “Te machucam em casa e te batem na escola/ Te odeiam se você é esperto e desprezam os tolos/ Até você ficar tão pirado que não consegue seguir as regras deles/ Vale a pena ser um herói da classe trabalhadora”.


 Depois, Lennon ressalta o pensamento de que os trabalhadores podiam ser usados pelos estratos sociais dominantes para construir a riqueza e permanecer sem consciência de classe: “Mantém você drogado com religião, sexo e TV/ E você se acha tão astuto, sem classe social e livre/ Mas ainda não passa de um peão, para mim/ Vale a pena ser um herói da classe trabalhadora”.


 Em uma entrevista concedida à revista Rollin Stone, em 1970, Lennon afirma: "Eu acho que é uma canção revolucionária […] Eu acho que é para as pessoas como eu, que são da classe trabalhadora, de quem se espera que sejam processados para a classe média ou para a indústria. É a minha experiência, e eu espero que seja apenas um aviso para as pessoas”.


 Censurada pela maioria das rádios britânicas por conter a palavra "fucking", polêmica aos ouvidos de militantes de direita e principalmente dos EUA (assistir o documentário "The USA Vs John Lennon"), controversa e historicamente atualíssima, "Working Class Hero" é uma das provas definitivas de que John Lennon era, além de um brilhante músico, um exímio pensador contemporâneo de sua linha ideológica, quer  você concorde com tal ideologia ou não. 



 A canção, considerada uma das mais importantes de sua carreira, logo atrás de "Imagine", foi regravada inúmeras vezes por diversos artistas, como: Ozzy Osbourne, Richie Havens, Cyndi Lauper, Green Day, Roger Taylor, entre outros.

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Recomendação da Semana #29: Black Tide

Por Renan Soares

                                      

Está começando mais um "Recomendação da Semana" nessa sexta-feira maravilhosa, e hoje, continuaremos no Heavy Metal, mas dessa vez iremos até os Estados Unidos, onde falarei de uma banda que por um lado me agrada muito, mas que por outro foi também uma grande decepção para mim. A banda em questão é o Black Tide.
A banda foi formada em 2004 e atualmente conta em sua formação com Gabriel Garcia (vocal e guitarra), Austin Diaz (guitarra), Ronny Gutierrez (baixo) e Cody Paige (bateria). O grupo foi formado quando o Gabriel (e boa parte dos integrantes) tinham apenas 11 anos, tendo assim impressionado muitos com o seu talento sendo ainda tão jovens, tanto que rapidamente assinaram com uma gravadora.
Na época, eles tocavam um som mais próximo do Heavy Metal tradicional com um toque de Speed Metal, sendo assim uma das bandas de metal mais jovens no mercado atual, e se tornando claro, uma das grande revelações do estilo.
Em 2008, a banda lança finalmente o seu primeiro disco, o "Light From Above", que é um puta álbum, músicas como "Shockwave" e "Shout" já instigavam bastante, ritmos como as de "Warriors of Time" e "Light From Above" são bastantes agradáveis, isso sem falar no cover da música "Hit The Lights" do Metallica que ficou tão bom quanto o original, a instrumentalidade e o vocal do Gabriel não deviam nada a nenhuma outra banda veterana, aliás, quem ouvia na época nem imaginava que os integrantes tinham apenas 15 anos, simplesmente porque eles faziam som de gente grande.
Lembro que fiquei bastante animado quando ouvi o disco pela primeira vez, via neles o futuro do metal mundial, o possível futuro substituto do Metallica, a nova lenda da geração atual do metal, enfim, tinha boas expectativas em relação ao Black Tide.
Expectativas essas que foram jogadas no lixo três anos depois.
Em 2011, o grupo lança seu 2º disco, o "Post Mortem". Claro, antes me animei com o anúncio, porque desde o "Light From Above" que esperava um trabalho novo deles, mas quando finalmente ouvi, sinceramente, me decepcionei MUITO.
No seu segundo álbum, a banda mudou o seu estilo POR COMPLETO, ou invés de tocarem aqueles Heavy/Speed Metal do primeiro disco, eles passaram a ser um grupo de Metalcore/Screamo (um estilo que não costumo engolir). Ou seja, jogaram fora um futuro promissor que tinham, com essa mudança brusca eles perderam a admiração de muitos fãs (incluindo eu), e normalmente os headbangers nessas horas não costumam perdoar.
Porque não há público mais exigente do que o do metal, e quando você os decepcionam, só um grande acerto os faram esquecer da sua cagada. Muitos os acusaram de se venderem, já que atualmente um estilo que vende bastante no mercado é o Metalcore, e se brincar foi exatamente por isso que eles mudaram.
Mas o problema disso é que dessa forma eles só conseguem atingir bem o público mais "teen" do metal, que é o que normalmente curte Metalcore, mas como esse estilo sofre bastante preconceito dos "old schools", a banda acaba perdendo o interesse desse outro público que é muito mais forte na cena atual.
Se o Black Tide tivesse mantido o som que tinham antes, eles teriam agradado gregos e troianos, já que o público "teen" do metal também curte as bandas mais "old school" (ou pelo menos maioria), tendo assim abrangido um número de fãs bem maior e mantendo o seu futuro promissor, podendo ser as novas lendas do metal mundial. Infelizmente eles optaram pelo outro caminho.
Enfim, minha dica é, se você for ouvir o Black Tide, ouça o primeiro CD e pare por aí, porque o "Post Mortem" acabou sendo o túmulo da banda.
Ouçam algumas músicas:

E caso queiram se decepcionar um pouquinho, eis aqui duas músicas da banda do "Post Mortem":

quarta-feira, 27 de abril de 2016

A HISTÓRIA POR TRÁS DA CANÇÃO: Rammstein - Mein Teil

Por Renan Soares

                                      

Olá pessoal, bem-vindos a mais um "A História Por Trás da Canção" que hoje estará em alemão, isso porque falaremos da música de uma banda que canta nessa língua. Claro, que estou falando da consagrada Rammstein, uma das poucas bandas que conseguiu fazer sucesso mundo afora cantando em sua língua nativa.
Quem é mais fãs, com certeza conhece a sua "excentricidade" e seu jeito um tanto peculiar, tanto em suas apresentações quanto em suas letras, que cantado em um bom alemão deixa tudo mais bizarro ainda. E essa música é mais uma prova disso, e vocês entenderão o porquê.
A canção em questão se trata de "Mein Teil", presente no álbum "Reise, Reise" lançado em 2004, e logo aviso aos leitores que a origem dessa música pode ser um tanto perturbadora para alguns de vocês, principalmente para aqueles com o estômago mais fraco, então recomendo que pense duas vezes antes de continuar a leitura.
Dado o recado, vamos começar:
A letra da música foi baseada na perturbadora história do canibal alemão Armin Weiwes, conhecido também como "O Açougueiro Mestre". O caso já começa de forma estranha a partir do momento que o Armin põe um anúncio na internet procurando uma pessoa que se ofereça para ser comida (sim, você não leu errado), e o mais bizarro de tudo é que realmente surge uma pessoa que se voluntariou para tal ato.
Com isso, os dois combinam de se encontrar para que assim, Weiwes o matasse e o comesse. Quando eles finalmente se encontram, as coisas começam a ficar cada vez mais bizarras a partir daí, começando pelo fato que antes de tudo os dois se relacionaram sexualmente, e após isso, eles combinam para Armin corte o pênis de Brandes (o nome do voluntário) e comesse a comê-lo, e assim ele o faz, tendo o próprio Brandes provado um pouco do próprio órgão sexual.
Após isso tudo, Weiwes finalmente mata Brandes, e depois ele pendura o corpo dele em um gancho e começa a fatia-lo. Ainda por cima, Armin gravou todo esse processo em vídeo (e nem me peça o link, não procurei e nem pretendo).
Weiwes guardou o corpo de Brandes em um freezer e ficou se alimentando dele por meses, e quando a carne acabou ele postou um novo anúncio na internet. Sendo que dessa vez um internauta o denunciou e Armin acabou preso e condenado a prisão perpétua.
Sua condenação causa um pouco de polêmica até hoje por causa do fato que tudo que ele fez a Brandes foi concebido pelo mesmo, afinal, ele próprio tinha se voluntariado.
E você aí achando que já tinha visto de tudo na vida.
Bom, depois disso tudo, ouça logo abaixo a música que o Rammstein inspirado nessa história de louco, e claro, legendado para que todos possam entender bem a sua letra.

sábado, 23 de abril de 2016

Tears in Heaven: A CANÇÃO MAIS TRISTE COMPOSTA POR ERIC CLAPTON

Considerado o melhor guitarrista do mundo, Eric Clapton, não chegou a conhecer seu pai. Certa vez em uma entrevista Clapton disse: " "Eu nunca conheci o meu pai, Mr. Clapton. Percebi que o mais próximo que cheguei a olhar nos olhos do meu pai foi quando eu olhei nos olhos do meu filho."
 Em 20 de março de 1991, o seu filho Connor de apenas 5 anos, caiu do 53 andar de um prédio em Manhattan. Para aumentar a dor do músico, ele recebeu poucas horas depois da morte do pequeno Connor uma carta de amor do garoto.


A canção "Tears In Heaven" composta por Eric em 1992, é uma pergunta dolorosa do compositor. "...Would you know my name if I saw you in Heaven?" (Você saberia meu nome Se eu o visse no paraíso?". Além de Connnor, Clapton teve 4 filhas( Ruth,Julie,Sophie e Ella).




(Connor nos braços do maior guitarrista do mundo, mas acima de tudo nos braços do seu pai)



TEARS IN HEAVEN 
(Eric Clapton) 







LETRA 

Tears In Heaven

Would you know my name
if I saw you in Heaven?
Would it be the same
if I saw you in Heaven?


I must be strong and carry on
'Cause I know
I don't belong
here in Heaven


Would you hold my hand
if I saw you in Heaven?
Would you help me stand
if I saw you in Heaven?
I'll find my way
through night and day
'Cause I know
I just can't stay
here in Heaven


Time can bring you down
time can bend your knees
Time can break your heart
have you begging please
begging please


Beyond the door
there's peace I'm sure
And I know
there'll be no more
tears in Heaven


Would you know my name if I saw you in Heaven?
Would it be the same if I saw you in Heaven?
I must be strong and carry on
'Cause I know I don't belong here in Heaven
Lágrimas no Paraíso

Você saberia meu nome
Se eu o visse no paraíso?
Seria o mesmo
Se eu o visse no paraíso?


Eu devo ser forte e seguir em frente
Porque eu sei
Que não pertenço
Aqui no paraíso


Você seguraria minha mão
Se eu o visse no paraíso?
Você me ajudaria a ficar em pé
Se eu o visse no paraíso?
Encontrarei meu caminho
Pela noite e pelo dia
Porque eu sei
Que não posso ficar
Aqui no paraíso


O tempo pode te derrubar
O tempo pode te fazer ajoelhar
O tempo pode quebrar seu coração
Você implora por favor
Implora por favor


Além da porta
Existe paz, tenho certeza
E eu sei
Que não haverá mais
Lágrimas no paraíso


Você saberia meu nome se eu o visse no paraíso?
Você seria o mesmo se eu o visse no paraíso?
Eu devo ser forte e seguir em frente
Porque eu sei que não pertenço aqui ao paraíso




     

sexta-feira, 22 de abril de 2016

Recomendação da Semana #28: Pandemmy

Por Renan Soares

                                     

Olá pessoal, sexta-feira chegou, e junto com ela veio também esse quadro maravilhoso chamado "Recomendação da Semana". E a edição de hoje será bastante pesada, por isso recomendo que aqueles que possuem ouvidos fracos que parem a leitura nesse momento e vão fazer alguma outra coisa, porque a banda de hoje é simplesmente "lapada na orelha". Hoje, mais uma vez, darei espaço para uma banda underground da cena pernambucana, sendo ela, o grupo de Thrash/Death Metal Pandemmy.
Contando um pouco da história da banda, o Pandemmy foi formado em 2009, e tem como ideia fazer uma junção de elementos tanto do Thrash Metal quanto do Death Metal. Suas letras não possuem uma temática única, mas as mais comuns são as que falam de questões políticas.
Sua discografia é curta, a banda possui apenas um álbum gravado, o "Reflections & Rebellions", lançado em 2013, e além do disco, eles também 1 demo e 2 EP's lançados, a Self-Destruction (2010), o Idiocracy (2011) e o Dialectic (2012).
Atualmente a banda é formada por Vinícius Amorim (vocal), Pedro Valença e Guilherme Silva (guitarras), Marcelo Santa Fé (baixo) e Arthur Santos (bateria). Mas, não falaremos muito da formação atual aqui porque a mesma ainda não gravou nada oficial, dos integrantes que gravaram o "Reflections & Rebellions" apenas o Pedro Valença ainda permanece.
O grupo gravou o disco com a formação que contava além com Pedro Valença, também com Diego Lacerda (guitarra), Rafael Gorga (vocal), Ricardo Lira (bateria) e Augusto Ferrer (baixo), após o CD ficar pronto, a banda passou por diversas mudanças de integrantes até chegar na formação atual, mas desde então não gravou mais nada novo.
Por isso, tudo que eu falar aqui será mais referente a formação que gravou o primeiro álbum.
Agora, finalmente falando do trabalho deles, irei focar mais no CD, porque a maioria das músicas que estavam nos EP's anteriores se encontram lá, mas claro, não deixarei de falar brevemente do resto. Mas enfim, o "Reflections & Rebellions" é um ótimo álbum, nele, o Pandemmy consegue expor todo o peso de sua música tanto na questão instrumental quanto vocal, Gorga faz um vocal gutural completamente impecável, conseguindo executar bem tanto tons mais estrondosos quanto mais rasgados (ele que também consegue fazer um bom vocal limpo, como podemos ver na outra banda dele, o Kriver, mas isso é assunto para outro post). Nos instrumentos, os outros integrantes fazem um ótimo trabalho, contendo também bons solos de guitarra nas músicas.
As faixas que mais destaco são "Commom Is Different Than Normal", "Idiocracy", "Mind-Effigies" e "Involution Of a Lost Society". Isso sem falar também de "Self Destruction" e "Without Opinion".
Os trabalhos anteriores seguem mais ou menos a mesma linha, não há muito o que adicionar, principalmente por conta do fato que boa parte das músicas dos EP's foram regravadas para o disco.
O único ponto negativo que tenho a citar da banda foi o seu clipe da música "Idiocracy", que acabou ficando um pouco "amador" porque eles fizeram uma montagem de imagens de arquivos com imagens da apresentação da banda no Abril Pro Rock de 2012 (se utilizando do áudio gravado em estúdio), mas por um lado é compreensível o porquê que eles fizeram isso, já que após o término do álbum a banda passou por uma mudança brusca de formação, isso incluindo o vocalista. Por isso, seria estranho gravar um clipe com a formação nova, mas de qualquer forma, acho que um vídeo sem mostrar a banda teria sido uma opção melhor.
No geral, o Pandemmy apesar de ser uma banda nova, não deve nada para nenhuma outra que está no mercado a mais tempo, tendo tanta competência em seu som como qualquer outra banda existente no cenário do metal nacional, por isso, espero que futuramente eles conquistem um grande reconhecimento na cena atual, podendo se igualar a outras bandas de maior porte.
Ah, e antes que eu esqueça, atualmente a banda se encontra em estúdio gravando material para o seu próximo álbum, eles inclusive já soltaram no seu canal uma gravação deles tocando uma música nova, o que mostra que vem por aí mais um disco foda.
Confira essa e outras músicas logo abaixo: