Olá Mestres e Mestras,
hoje o #IssoBombou vai voltar ao final dos anos 90’ / começo dos anos 2000’ e
relembrar uma das músicas que marcou uma das fases áureas da carreira de Zeca
Pagodinho: “Água da minha sede”.
Foi lançada no álbum
homônimo, sob o selo da Universal Music, em 2000; porém Zeca já vinha fazendo
apresentações da composição meses antes do lançamento. E, impulsionado por um
período de evidência do gênero pagode, na época, fez com que o álbum faturasse a
certificação platina. A música foi interpretada por Dudu Nobre , em 2003 .
Junto com à música “Deixa
a vida me levar”, lançada também em álbum homônimo, em 2002, essas duas faixas
marcaram uma fase áurea na carreira do sambista carioca. Todos os sucessos do
período juntos foram lançados em 2004, no CD “Perfil”.
As grandes parcerias na música transcendem para grandes amizades.Podemos citar Vinicius de Moraes e Tom Jobim, Cazuza e Frejat, Moraes Moreira e Galvão entre tantos outros nomes da música brasileira. Com Samuel Rosa acontece algo mais especial, o vocalista do Skank tem não só um parceiro musical,mas dois fieis ao sincronismo que os sucessos escritos em dupla proporcionam.Um dos seus parceiros, o grande Nando Reis, juntos a dupla:Nando e Samuel já compuseram inúmeros sucessos:Ainda gosto dela, É uma partida de futebol, Sutilmente, Resposta, Esquecimento.Mas é do outro parceiro que vamos falar, um mineiro saxofonista e letrista de mão cheia, Chico Amaral divide a autoria de grandes hits da banda mineira,como:Tão seu, Vou deixar, Mil acasos,Esmola, Pacato cidadão, Acima do sol , entre outras. Vamos ouvir uma seleção preparada especialmente para os leitores e ouvintes do Mestres Sonoros
Olá pessoal, bem-vindos a mais um "Recomendação da Semana", antes de tudo peço desculpas pela ausência das minhas postagens ao longo dessas últimas semanas, estivesse em semana de provas e tive que me dedicar aos estudos, mas não se preocupem porque próxima semana voltaremos a nossa programação normal, inclusive já estou com ideias para os próximos "A História Por Trás da Canção" e "Tretas Sonoras". E fiquem ligados esse fim de semana que teremos resenha aqui no blog.
Mas enfim, voltando para o assunto do post, hoje falaremos de uma banda cujo o seu vocalista já é uma figura bastante conhecida no mundo do rock por conta de uma outra banda que ele participa. Imagino que a maioria de vocês devem conhecer muito bem o Slipknot, e consequentemente, conhecem o vocalista Corey Taylor.
Mas claro, não é do Slipknot que iremos falar hoje, e sim, da outra banda dele, o Stone Sour.
Apesar de não ter a mesmo popularidade que o Slipknot, o nome do Stone Sour ainda assim é bastante aclamado mundo a fora. Banda que surgiu em 1992 (antes do Slipknot, vale ressaltar), mas só lançou seu primeiro CD em 2002, e antes que você ache que o grupo é algo parecido com o Slipknot, já aviso logo que não é (e não é pelo fato de tocarem sem máscaras), enquanto o Slip apresenta aquilo que chamamos de "New Metal", o Stone é mais o que chamamos de "Post-Grunge".
A banda até 1997 não tinha produzido quase nada, tendo assim "encerrado" as atividades tendo Corey ido pro Slipknot, mas em 2000, o projeto foi retomado contando inclusive com o James Root (guitarrista do Slipknot) que fez parte do Stone Sour até 2014, quando saiu da banda por motivos até hoje não esclarecidos.
Atualmente, o grupo é formado por Corey Taylor (vocal), Josh Rand (guitarra), Christian Martucci (guitarra), Johny Chow (baixo) e Roy Mayorga (bateria). E sua discografia é formada pelos discos "Stone Sour" (2002), "Come What(ever) May" (2006), "Audio Secrecy" (2010), "House Of Gold and Bones Part 1" (2012) e "House Of Gold and Bones Part 2" (2013).
Agora finalmente falando do trabalho deles, vou confessar que eu particularmente gosto muito mais do som do Stone Sour do que do Slipknot, apesar de ter uma ideia diferente, continua sendo uma música pesada de instigante, fazendo que mesmo os fãs do Slip consigam curtir o som do Stone.
E Corey mostra em ambas as bandas que é um vocalista de qualidade, conseguindo fazer de forma qualificado tanto um vocal mais gutural (Slipknot) quanto um vocal mais limpo (Stone Sour).
O álbum que mais destaco deles é o "Come What(ever) May", que tem as melhores músicas como "30/30-150", "Made Of Scars", "Reborn" e a faixa título "Come What(ever) May" que tem uma das melhores letras onde ele crítica o governo Bush, e sem esquecer da faixa mais famosa deles, a "Through Glass". Em segundo, destaco o álbum "House Of Gold and Bones Part 1" que é um dos mais pesados da banda, e as duas primeiras músicas desse CD são simplesmente sensacionais, a "Gone Sovereign" e "Absolute Zero", que inclusive tem os clipes em conjunto, outras ótimas faixas do disco são "A Rumor Of Skin", "RU486" e "Last Of The Real".
Deixo no mesmo patamar os discos "Stone Sour" e o "House Of Gold and Bones Part 2", o primeiro por ser o primeiro mostra o vocal do Corey em potência máxima, sendo também um dos mais pesados da banda (apesar de ter a música "Bother" que é calma), e definitivamente, as faixas que mais se destacam são "Get Inside" e "Orchids". O segundo citado admito que de primeira eu não curtir tanto assim, precisei ouvir mais algumas várias vezes até me cativar, mas ainda assim o coloco um nível um pouco abaixo do "Stone Sour", ao contrário do "Part 1", as músicas desse não tiveram o mesmo peso, sendo por isso que eu não curti da mesma forma que o anterior. Desse disco, destaco as faixas "Do me a Favor", "The House of Gold and Bones", "Black John" e "Gravesend".
Por último, coloco o "Audio Secrecy" que foi o álbum que menos gostei, aliás, só ouço três faixas desse disco normalmente, a "Mission Statement", "Say You'll Haunt Me" e "Digital (Did You Tell)", essa última que também tem uma das melhores letras, por tratar de uma das coisas que o Corey mais critica hoje dia, que é a geração atual que fica muito presa as novas tecnologias. E outra razão para eu por esse álbum por último, é por possuir a faixa mais chata da banda, a "Hesitate".
Enfim, se você já é fã do Slipknot, tenha certeza que vais curtir o Stone Sour, e se você não curte, essa seria mais uma razão pra ouvir o Stone, porque como eu disse anteriormente, é uma ideia de som completamente diferente e que você pode muito bem gostar.
Em 1976, o grande Antônio Carlos Belchior usava sua genialidade
para cutucar a “fera” que estava a todo vapor, a terrível ditadura brasileira.
Com os versos fortes de “Apenas um rapaz latino americano”, como: “Por favor não saque a arma no "salão"
eu sou apenas um cantor / Mas se depois de cantar você ainda quiser me atirar /
Mate-me logo, à tarde, às três, que à noite tenho um compromisso / E não posso
faltar por causa de você”
Olá Mestres e Mestras,
hoje o #IssoBombou está de volta trazendo um grande sucesso dos anos 90’: “Me
Leva”, do Roberto Souza Rocha, o popular ‘Latino’. Quando o então funkeiro
estava começando a carreira, marcada por ser repleta de altos e baixos.
“Me Leva !” foi uma das
primeiras faixas dele na carreira oficial; lançada em 1993, foi sucesso durante
toda a década nos bailes funk do Rio de Janeiro, estendendo-se para todo o
Brasil; foi ali onde Latino tornou seu Melody Funk conhecido, e com isso conseguiu fazer
negócios com a badalada Columbia Records.
Até os dias atuais,
Latino mantém o hábito de cantar seus maiores sucessos da carreira quase sempre
em suas aparições; e “Me Leva!” não está fora das playlists jamais. Quem é fã, sabe muito bem.