Olá pessoal, está começando mais um "Recomendação da Semana, e hoje, apesar de ser o dia da mentira, falarei completamente sério com vocês (rs).
Na edição de hoje falarei de uma banda que já falei em vídeos do passado do canal, essa que é uma das maiores revelações do rock nessa época, Se trata da banda britânica Royal Blood, eles que estão ganhando cada vez mais seu espaço no mercado mundial da música por fazerem um rock pesado e de qualidade com apenas um baixo e uma bateria.
Na primeira temporada do canal eu fiz um vídeo falando deles, caso queira conferir basta clicar aqui. Como no vídeo já falei da história deles de uma forma mais completa, nessa postagem vou me focar apenas no trabalho deles.
Antes de tudo, darei um resumo breve de sua história para os que não quiserem ver o vídeo antes de continuar: O Royal Blood surgiu em 2013 na Inglaterra e é formada pelo baixista e vocalista Mike Kerr e pelo baixista Ben Thatcher, e eles se destacaram por fazerem um rock pesado com apenas um baixo e uma bateira, e também pelo fato que o som do baixo do Mike se assemelhar bastante a de uma guitarra, já que o mesmo utiliza vários amplificadores e pedais de efeito para que o instrumento tenha essa distorção.
E em apenas quase 3 anos de estrada, a dupla já alcançou um prestígio bestante alto para uma banda que surgiu quase agora, chegando a tocar em vários grandes festivais ao redor do mundo e assinando contrato com a gravadora Warner, por qual gravou seu primeiro e único álbum até o momento, o autointitulado "Royal Blood" de 2014.
Bom agora é hora de falar do trabalho deles. Admito que conheci a banda apenas ano passado após ver parte de sua apresentação no Rock In Rio da quele ano, de início eu não dava nada para eles, achei que seria uma daquelas bandas que ouviria e que o som deles não surtiria efeito nenhum em mim. Me enganei MUITO.
Foi exatamente o contrário do que eu achava, o Royal Blood foi uma daquelas bandas em que passei a adorar desde a primeira vez que ouvi, e o que me chamou a atenção em primeiro lugar foi o fato do som deles ser feito de uma forma tão "simples", e que ainda assim dá de 10 a 0 em muita banda com 5 ou mais integrantes. Se eu fosse defini-los, diria que eles são uma banda de rock alternativo pesado e de muita qualidade.
O CD deles é simplesmente sensacional, e os clipes são muito loucos (principalmente o da música "Out Of The Black" que chega até ser doentio). As músicas que mais destaco são "Out Of The Black", "Come On Over", "Ten Ton Skeleton" e "Little Monsters".
Bom, se você é uma daquelas pessoas que está sempre a procura de novas bandas que tenham um som que se diferencia das outras, você não se arrependerá em ouvir o Royal Blood.
O
ano é 1979, perto de concluir o trabalho “Pra enlouquecer”, Baby do Brasil
encontra Caetano Veloso e externa a sua vontade de gravar uma canção dele. Dias
depois, durante um encontro na casa de Caetano, onde marcava presença a Baby,
estava também um garoto surfista carioca chamado José Artur Machado, apelidado
de Petit. Após uma longa noite de bate papo, Caê se inspira e faz a canção “Menino
do Rio”. Três dias depois, Baby recebe a ligação de Caetano: “A música tá pronta!”.
O mais louco disso que era o último período que Baby tinha para a gravação
daquele trabalho.
Infelizmente,
em 1987, aos 32 anos, o eterno menino do Rio suicidou-se. Deixando a obra de
Caetano Veloso uma constante foto, o Rio de Janeiro está na letra, uma época
está na letra.
A letra de “Dinorah,Dinorah” é uma tradução de uma bela
mulher para lá de sensual. Segundo Ivan Lins autor juntamente com Vitor Martins
da canção, na verdade “Dinorah” foi a descrição de um bêbado que estava no
mesmo bar que Ivan e Vitor costuma frequentar. Toda vez que ele aparecia falava
sobre sua “namorada” chamada Dinorah. Logo os dois compositores chegaram a
conclusão que a tal “Dinorah” era na verdade coisa da imaginação do tal bêbado e
que ela estava pregada em seu quarto no calendário. Foi assim que Vitor Martins
escreveu a letra da canção.